Pular para o conteúdo principal

CHÁ DE MEMÓRIA - 5ª JORNADA MINEIRA DO PATRIMÔNIO CULTURAL

Com o propósito de preservar a identidade Guardamorense a Prefeitura Municipal por meio da Casa de Cultura promoveu o Chá da Memória, no dia 01 de setembro do corrente ano, uma ação da 5ª Jornada Mineira do Patrimônio Cultural, com o tema “Cidades, Regiões e Patrimônio”, com material fotográfico doado por Deiró Machado Rocha, proprietário do Foto Estúdio Santa Rita, em meados dos anos 60. Cada fotografia representa uma espécie de passado preservado, lembrança imutável de certo momento e situação, de certa luz, de um determinado tema, absolutamente congelado contra a marcha do tempo. Muitos dos personagens retratados envelheceram e morreram e os cenários se modificaram, se transfiguraram e também desapareceram. As fotografias foram passadas de mãos em mãos com muito cuidado pelos guardiões da memória, que conhecem o significado de preservação da história, identificando os momentos históricos vividos. Durante os relatos dos guardiões da memória, possuidores inerentes do dom da narrativa e são em essência os melhores contadores de história, os organizadores do evento foram registrando a oralidade contada visando registrar e resgatar por meio da escrita os fatos históricos ocorridos na lembrança eterna de cada fotografia.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Visite a cidade de Guarda-Mor/MG

Ao Guardamorense Pedro Antônio peço licença para postar uma das mais belas músicas que retrata com perfeição esta cidade hospitaleira, maravilhosa e cheia de encantos. Música: Um Lugar Compositor: Pedro Antônio. Há um lugar que você não conhece Longe do mar, mas bem perto do céu Tem um luar, dá pra contar as estrelas Nesse lugar não precisa Ter sonhos Basta colher o que a terra nos dá E semear novas canções de ninar Lá nesse lugar, não há nenhum lugar para a tristeza Sob aquele céu, eu tiro meu chapéu pra natureza Na água cristalina do riacho pequenino que se vai Eu lanço a minha voz e vou agradecer tudo ao meu pai Lá tem um mel de jataí, A vida é doce sem igual Tem sabiá, tem juriti Fruta fresquinha no quintal Tem vaga-lume que clareia Em lua cheia, lobo guará Você sabia que um dia teve até jacarandá (tamanduá) Se você quer, vou te levar Prá ser feliz em guatapará Um Guarda-Mor cuida de lá Um Guarda-Mor cuida de nós.

A Conectividade gera sucesso

Qualquer produção significante só é possível mediante alguma conectividade. O que poderá produzir a melhor equipe de colaboradores se não estiverem conectados entre si? Que aprendizado poderá promover a melhor equipe de educadores se não estiver em conectividade com os educandos? Quão efêmeros serão os relacionamentos social, conjugal, educacional ou profissional se as pessoas não se dispuserem a conectar-se entre si? A falta de conectividade pode gerar a esterilidade que sobra nas mais rotineiras produções, palavras e ações. Conectividade é um estado de união entre duas ou mais pessoas formando uma rede interativa e sinérgica. A conectividade requer influência mútua, ação recíproca, às vezes em tempos distintos e às vezes simultâneos. Sem conectividade não há afinidade e sem afinidade não pode haver vínculos, e sem vínculos não pode haver comunicação eficaz que, por sua vez, causa a essencial comunhão produtiva. Sem conectividade entre as partes teoricamente comprometidas não haverá...

HISTÓRIA DE GUARDA-MOR

A cidade de Guarda-Mor surgiu nos tempos em que os bandeirantes começaram a extrair ouro do córrego de Paracatu. Criou-se, então, um posto de Guarda-real (maior, mor). Reza a tradição de que ao pé do Chapadão dos Pilões, teria instalado um posto de fiscalização do ouro transportado para Uberaba. Saint-Hilaire, famoso viajante francês, em sua obra intitulada "Viagem as nascentes do rio São Francisco", menciona a fazenda do Guarda-Mor ao descrever a Paracatu do século XVIII. Conta-se segundo Caetano de Faria, autor do livro Guarda-Mor: seu povo sua história que os moradores José Maria Caldeira e sua mulher Anna Francisca Ribeiro fizeram a doação das terras para edificação da capela dedicada a Santa Rita de Cássia. A PÚBLICA FORMA DE DOAÇÃO, datada de 1848, consta do Cartório local, de acordo com o livro nº 02, fls 108. Por ser terreno da Santa e, por conseguinte, gratuito, muitas famílias vieram demarcar seus respectivos lotes e formou-se, assim, o arraial. A população cresceu ...